A ausência de revisão geral anual gerou perdas significativas para os servidores públicos.
Durante os últimos sete anos, foram apenas três reajustes para o funcionalismo. As maiores perdas atingem carreiras que não têm autonomia orçamentária, como servidores administrativos, da saúde e da segurança pública. Esses grupos representam cerca de 30% do funcionalismo estadual e dependem exclusivamente de decisão do Executivo para obter reajustes.
Enquanto isso, a inflação seguiu impactando diretamente o poder de compra — acumulando perdas que ainda não foram recompostas.
📌 Sem uma regra permanente, esse ciclo se repete ano após ano.
A PEC 40/2024 propõe uma solução definitiva, ao garantir a revisão anual da remuneração, conforme previsto na Constituição.
📌 É urgente que a proposta avance em sua tramitação na ALMG.
📌 E que sua aprovação seja construída junto ao Governo do Estado.
Valorizar quem protege Minas começa por interromper esse ciclo de perdas.
Fonte: www.otempo.com.br

